Quadrinhos também são arte.
Sempre três artes novas a cada post.
O que quero mostrar é que os quadrinhos são arte e geram arte. Seja desenho ou pintura.
E chega de mimimi.
As maravilhas da mulher!
O bárbaro.
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Quadrinhos também são arte.
Sempre três artes novas a cada post.
O que quero mostrar é que os quadrinhos são arte e geram arte. Seja desenho ou pintura.
E chega de mimimi.
As maravilhas da mulher!
O bárbaro.
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Projeto novo, feito na raça e com muita vontade e qualidade.
“Um pacote misterioso é aberto por cinco adolescentes no meio de um corredor escolar, dentro dele apenas uma misteriosa bola brilhante e um bilhete: “Busquem Samarkand”. Em segundos, uma forte luz toma todo o corredor, consumindo os cinco jovens. Quando a luz se apaga, todos desapareceram…
Agora, eles terão que deixar as diferenças de lado para encontrarem uma maneira de voltarem para suas vidas normais. E a única esperança deles é localizar a mitológica cidade de Samarkand, berço dos Deors, uma poderosa e extinta civilização que talvez tenha descoberto outros mundos e como navegarem entre eles.”
É assim que começa a mini-série em Quadrinhos “Lost Kids: Buscando Samarkand”, com o grupo de jovens sendo transportados do nosso mundo para outro fantástico. Como toda boa história de rpg começa, as bases dos personagens são sempre sacudidas para que a aventura se inicie.
O cineasta Felipe Cagno, criador do projeto, adaptou seu roteiro cinematográfico original ao novo formato de Graphic Novel e contou com uma equipe de mais de quinze artistas do mundo todo para dar vida à história em um livro com mais de 250 páginas coloridas.
Atualmente tentando levantar o custo desta primeira tiragem através do Crowdfunding no site Catarse, Cagno acredita que os fãs de quadrinhos e filmes de sessão da tarde irão se envolver e serem os verdadeiros responsáveis pela viabilização do projeto em formato de livro.
Para saber mais sobre o projeto “Lost Kids: Buscando Samarkand” e contribuir, acesse http://catarse.me/pt/LostKids ou confira a página oficial no Facebook no link https://www.facebook.com/lostkidscomic
Todos que contribuírem adquirindo um exemplar impresso recebem no mesmo dia uma cópia digital exclusiva da mini-série completa para lerem no computador, tablet ou smartphone.
Algumas curiosidades sobre a produção da Mini-Série “Lost Kids” que levou mais de dois anos para ficar pronta:
Assista também o vídeo sobre o projeto:
Catarse – “Lost Kids” from Felipe Cagno on Vimeo.
Pessoal, esse projeto vale muito a pena e o valor também é justo. Por R$50,00 você terá o livro na sua casa de mais de 250 páginas, o que é muito bom e ainda terá a cópia digital.
Eu já contribui com o projeto e você?
Leia MaisQuadrinhos também são arte.
Esta será uma sessão para tentar comprovar isso.
E da melhor forma possível.
Com imagens.
Nos posts desta série irei tentar trazer o que de melhor podemos recolher pela internet.
Sempre três artes novas a cada post.
Arte de fã também entra.
O que quero mostrar é que os quadrinhos são arte e geram arte. Seja desenho ou pintura.
E chega de mimimi.
Leia MaisO problema que o artista Rob Liefeld tem com o corpo humano é inexplicável.
Somente mostrando pra você tentar entender uma mente tão visionária.
Abaixo temos uma excelente representação do corpo feminino.
Agora temos uma ótima representação de músculos se desenvolvem ao malhar o peitoral.
Agora temos uma ótima representação de músculos e como eles se distribuem pelo corpo.
Mais um belo corpo feminino de cintura “perfeita”.
Quantos músculos um homem pode ter?
O Juggernaut é grande, mas…
Esse é pra finalizar e é o que eu mais gosto. Ele junta o melhor que Liefeld pode oferecer. Belas cinturas e força bruta.
Médicos, favor estudarem novamente a anatomia humana.
Rob Liefeld, meu sincero joinha para você.
Encerro por hoje.
Abraços.
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Esta HQ é sobre assassinos, criminosos, a podridão do homem e erros. Principalmente sobre erros.
Em Antes de Watchmen: Rorschach não tem heróis. Tem os maus e ou piores.
Rorschach é com certeza o pior.
Sua vontade de fazer justiça e limpar a cidade da escória supera a dor física.
E Azzarello sabe infligir dor no Rorschach. Ele é espancado várias vezes, até porque ele não tem super poderes.
É apenas um cara com força de vontade e o roteiro faz questão de deixar isso claro.
Colocar a história de Rorschach nas mãos de Brian Azzarello foi algo muito acertado.
O roteirista conseguiu dar o teor de violência e loucura que a hq precisava.
Lee Bermejo também foi uma ótima escolha para a arte.
Ele consegue transformar toda a violência, pancadaria e dor do roteiro em expressões faciais e corporais que são muito bem resolvidas e transparecem o que o personagem está sentido naquele momento.
Esta HQ tem uma grande vantagem. Apesar de ser um prelúdio para Watchmen, ela pode ser lida separadamente e tem uma conclusão.
Lembrando os filmes policiais de caça ao serial killer, a história mostra a busca de Rorschach para eliminar os criminosos da cidade e seu caminho acaba se cruzando com este assassino.
A diferença é que Rorschach não é policial. Não segue a lei e não segue nenhum código.
Aqueles que merecem sofrer, sofrerão. Inclusive ele mesmo.
A justiça nessa história também não acontece somente pelas mãos do personagem principal.
O próprio ambiente é hostil. Azzarello coloca Rorschach vivendo no meio de uma cidade que está a um passo de se tornar caótica.
Basta uma faísca para tudo explodir. Basta uma falha de energia para o caos começar.
É uma boa história. Rápida e que mostra qualidades e defeitos da civilização.
Se você quer uma boa dose de crimes e justiça, essa é sua HQ.
AVALIAÇÃO HQQISSO:
É isso pessoal. Até a próxima.
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Após um ano sumido, ele está de volta.
O palhaço do crime voltou as HQ’s mensais do Batman na edição #13.
A saga se chama Morte da Família e tem tudo a ver com a volta do Coringa.
Na mente insana do vilão, a presença de toda uma equipe (robin, asa noturna, batgirl, etc…) de apoio está deixando o próprio Batman mais fraco.
Referindo-se aos acontecimentos da saga passada, quando Bruce quase não conseguiu derrotar a liga de assassinos chamada Corte das Corujas, o Coringa rotulando isto como um simples problema de passarinhos no sotão, diz que o Batman enfraqueceu e que só tem um jeito disso melhorar.
Matando toda a família Batman.
O Coringa pretende matar todos, um a um e deve ser levado a sério.
Já em sua revista de retorno ele deixe um rastro de pelo menos 12 policiais mortos, mais uns 8 ou 10 seguranças especiais do prefeito.
A situação mental do vilão está tão caótica que a própria Arlequina está com medo dele e diz que este é um outro Coringa.
As histórias estão beirando ao terror, principalmente porque quando o Coringa desapareceu, foi porque retiraram a sua face. Como se faz com uma máscara. Desde então não sabíamos se ele estava vivo ou morto.
E agora ele pegou a máscara de volta. Ficando muito mais ameaçador.
No Brasil ainda estamos no #14 de Batman e nenhum personagem importante morreu, ainda.
Mas a Bat-família está em alerta total.
Seria este novo e insano Coringa capaz de eliminar tantos heróis?
Para que você entenda a loucura do vilão segue uma imagem que exemplifica muito bem o seu modo de pensar.

“Os pequenos criminosos, os ladrões e assaltantes e assassinos e traficantes … eles alimentam ele. Eles dão o propósito a ele. Eles adoram e temem o morcego como o deus-rei que ele é. Porque é isso o que é, ozzy! Adoração. Crime é a religião que mantém a cidade dele viva!”
Bom pessoal, por hoje é isso, se você quiser saber mais sobre as incrível aventuras desse maluco muito louco arrumando altas confusões em Gotham. Revistas mensais do Batman a partir do número 13. Recomendo!
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