Você tem muita coisa pra ler, mas vale a pena parar um pouco e ler esse fanfic.
Batman The Deal é mais uma história da relação entre o Coringa e o Cavaleiro das Trevas.
Mas não é uma história como qualquer outra.
É só clicar na imagem e boa leitura!

Você tem muita coisa pra ler, mas vale a pena parar um pouco e ler esse fanfic.
Batman The Deal é mais uma história da relação entre o Coringa e o Cavaleiro das Trevas.
Mas não é uma história como qualquer outra.
É só clicar na imagem e boa leitura!
Este realmente é um dos melhores nomes que um sociopata pode ter: Comediante.
No dicionário, sociopata significa: “Alguém incapaz de se enquadrar nas normas da sociedade, tem habilidade para enganar pessoas, é extremamente egoísta, não se envergonha de seus atos maus, não sente necessidade de melhorar, porque não acredita estar errado nunca, não sente culpa e sequer se arrepende de seus atos, geralmente é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar os outros.”
Ou seja, Sociopata = Comediante.
A HQ é sobre guerra, as políticas envolvidas e o que é feito por trás dos bastidores.
Em Watchmen, podemos ver um Ed Blake, talvez, arrependido, mas nessa HQ é só loucura e sangue.
O Comediante está em seu auge e sua insanidade também.
Entrelaçada na história real dos EUA, a história fictícia do Comediante percorre casos importantes, momentos históricos conhecidos e bastante guerra do Vietnã.
Lugar onde Blake talvez tenha cometido suas maiores atrocidades.
Já em solo americano o “herói” foi utilizado pelo governo para diversas soluções.
Às vezes para apaziguar os ânimos, às vezes para simplesmente sentar a porrada em tudo e todos.
A verdade é que a HQ não me agradou muito.
A história é muito recortada entre real e ficção e não acrescenta muito ao personagem como as outras edições de Watchmen.
Não há um caminho que levou Blake a ser o que vemos em Watchmen, não há mudanças.
Ele é o que é e ponto ficou. Faz o que é mandado e enquanto isso desdenha daqueles que só falam.
A arte de J.G. Jones não é grandes coisas, apesar de termos algumas belas cores na HQ.
Essa com certeza é uma decepção, pois tratando-se do personagem, eu esperava muito mais.
E só tive mais do mesmo.
AVALIAÇÃO HQQISSO:
Autores: Coruja – Brian Azzarello (roteiro), J.G. Jones (desenhos), Alex Sinclair, Tony Aviña e Lee Loughridge (cores) – Originalmente em Before Watchmen – Comedian # 1 a # 6;
Preço: R$ 14,90
Número de páginas: 136
Leia MaisQuadrinhos também são arte.
Sempre três artes novas a cada post.
O que quero mostrar é que os quadrinhos são arte e geram arte. Seja desenho ou pintura.
E chega de mimimi.
Pois é.
Hq’s de natal.
Nossos queridos heróis e o velho Noel.
Juntos.
Em capas de tirar o fôlego.
Isso daria certo?
Lógico que não.
Confira os motivos:
Fui!!!
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[SPOILERS] (avisei)
O Senhor dos Espinhos está entre um dos mangás mais pirados que já li.
E olha que eu estava me acostumando a mente pervertida, sombria e bizarra dos escritores japoneses.
Mas aí, tomei um soco na cara com esse mangá. Bom pra eu aprender e não ficar acomodado.
No início do mangá fica estabelecido que várias pessoas foram sorteadas para serem congeladas e “salvas” até que se descobrisse a cura de uma doença que petrifica as pessoas, chamada Medusa.
A doença se espalhou pelo mundo e o que parece é que somente algumas pessoas que foram congeladas se salvaram.
As outras cápsulas estavam abertas e vazias e o mundo não estava só condenado.
Também estava repleto de uma vegetação espinhosa por todos os lados e também de criaturas estranhas, famintas e agressivas.
Então vários pensamentos surgiram na minha cabeça.
Será que essas pessoas ficaram presas por tanto tempo que o mundo acabou, novas criaturas surgiram, o mundo ficou coberto por essa plantação espinhosa e os únicos humanos são esses que ficaram nas cápsulas?
Mas eu não percebi que isso é muita ficção e pouco japonês.
Então chegaram os volumes 4 e 5 do mangá e BOOM!!!!!!
Esquece o que você tinha pensado e aprende a fazer uma história.
A tal doença Medusa, não é uma doença, mas uma entidade psíquica que se alastrou pelo mundo e tem o seguinte efeito no hospedeiro:
A entidade medusa se alimenta da imaginação do hospedeiro e pode materializar essa imaginação, a partir da multiplicação das células do hospedeiro.
Se ele for fraco, a medusa mata o hospedeiro transformado ele em pedra.
Se ele for forte e conseguir resistir, a medusa mata o hospedeiro aos poucos e da carcaça do morto, surge um novo ser, materializado a partir da imaginação do morto.
Agora, se o hospedeiro for incrivelmente resistente, a medusa irá materializar a imaginação do hospedeiro em um novo ser vivo e o hospedeiro irá continuar vivo e livre da doença.
Com toda essa loucura, que eu jamais imaginaria, temos cenas como as que virão logo abaixo.
Em um ato desesperado de tentar proteger seus companheiros, um dos personagens se sacrifica, para “dar a luz” a um novo ser, mais forte e capaz de sobreviver ao novo mundo.
Esse é o sacrifício:
Essa é a nova criatura:
Bizarro?
Talvez. Mas a história ficou completamente empolgante depois dessa relação.
Tudo mudou. Alguém está “produzindo” a vegetação espinhosa e os bichos mortais.
A mente de alguém destruiu o mundo todo. Uma mente muito perturbada, raivosa e má.
Agora resta aos sobreviventes tentar descobrir quem é essa pessoa e como parar a medusa.
Se é uma coisa e não uma doença, ela pode morrer.
O Senhor dos Espinhos recebeu uma super injeção de adrenalina e ânimo na edição número 5 e com certeza é uma das melhores surpresas que tive este ano.
Minha sugestão de natal? Leia este mangá.
AVALIAÇÃO HQQISSO:
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Acabo de ler a edição 35 do mangá Gantz e pensei: não é possível, a história tem que acabar agora, esse foi o ápice de tudo.
Eis que me deparo com um pensamento, Gantz realmente está acabando.
A edição 36 e provavelmente a 37, serão os últimos 16 capítulos que faltam da história.
Serão 383 capítulos ao todo.
[SPOILERS]
A história que começou com um jogo mortal entre humanos e seres de outros planetas, em caçadas incríveis, mortes inesperadas e retorno dramáticos, culminou em um enorme ataque ao planeta terra, por seres sapientes, avançados e cruéis.
Na verdade, bem parecidos com os humanos.
Só que maiores. Gigantes de muitos metros de alturas e quatro olhos.
Nestas últimas edições, a batalha final acabou. Nem humanos, nem alienígenas saíram ganhando.
Gantz ganha em um quesito sobre vários mangás.
O número de mortes.
Foram incontáveis mortes dos dois lados. Civis, soldados, velhos, crianças, muita gente mesmo.
E o leitor, perdido nisso tudo, ao final da 35ª edição percebe que a guerra acabou.
Que três ou mais anos de leitura estão no fim. Resta agora aparar as arrestas e dar um fim definitivo.
Neste quase final, já posso falar com propriedade sobre o que achei de Gantz.
É uma obra fantástica, mas difícil de ser apreciada. É preciso olhar o todo.
Gantz é sobre tudo uma obra que fala do ser humano e suas falhas.
Até mesmo aqueles que se apegam de mais a vida, que lutam desesperadamente, podem estar falhando.
Gantz tem sim o apelo sexual em diversas partes, como vários mangás e como os japoneses gostam, mas nesse fim de história a coisa ficou mais séria. As críticas à forma de viver e ideais do homem, o que é certo e errado, o que achamos importante ou não, tudo isso ganha mais peso e relevância nesse final.
Para os personagens, foi o fim de uma luta pela vida humana.
Para o leitor mais sagaz foi o início de uma ideia, de um pensamento sobre todas as coisas que fazemos e vivemos sem dar o devido valor.
Gantz não te dará aquele discurso piegas sobre os heróis que morreram em combate e serão lembrados por aqueles que eles salvaram.
Na realidade isso não existe. Muitos lutaram e os que sobreviveram, terão que lutar novamente para seguir adiante, na vida comum e cotidiana da cada um.
Um abraço a todos e boa leitura!
Nos vemos no próximo post!
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