Crossovers frustrantes, até quando? Crossovers frustrantes, até quando?

Crossovers frustrantes, até quando? 

Não é de hoje que tanto Marvel quanto DC adoram criar sagas onde duas de suas super equipes (geralmente de heróis) saem no tapa por discordar de algum assunto importante. Geralmente a briga acontece apenas dentre seu próprio universo, como, por exemplo, a saga Liga da Justiça vs Titãs e Vingadores vs X-Men. Mas também temos a mistura entre as e ...

The Wicked + The Divine – Crítica The Wicked + The Divine – Crítica

The Wicked + The Divine - Crítica 

Olá caro leitor, você achou que tinha acabado? NÃO! Estamos aqui e a vida continua. E falando em vida, a crítica de hoje é sobre… (você já leu o título do post certo?) Bom, The Wicked + The Divine foi uma compra que fiz totalmente no escuro, li apenas a sinopse e boom!, cliquei no comprar. Sobre o que estou falando? É o seguinte: A cada n ...

Boletim de notícias do Hellboy Boletim de notícias do Hellboy

Boletim de notícias do Hellboy 

O Hellboy é sem dúvida um dos nossos personagens favoritos, e ultimamente ele tem estado em evidência por diversos motivos e em diversas mídias. Decidimos reunir aqui  as últimas notícias do nosso diabão favorito para você acompanhar tudo o que acontece com o personagem. Nos quadrinhos: a Mythos Editora, responsável por lançar Hellboy no Brasil ...

Chico Bento – Arvorada Chico Bento – Arvorada

Chico Bento - Arvorada 

Chico Bento – Arvorada foi a segunda aparição do caipira criado por Maurício de Sousa na linha Graphic MSP. Dessa vez o trabalho ficou todo por conta de Orlandeli, que fez a arte e roteiro. Fazer sozinho uma obra que fique à altura da expectativa dos fãs da linha MSP não é fácil, pois mesmo que alguns volumes não tenham ficado tão bons, n ...

Visão, o sintozóide pai de família Visão, o sintozóide pai de família

Visão, o sintozóide pai de família 

Todo mundo já conhece o Visão. O clássico e muito carismático vingador criado por Ultron para derrotar os Vingadores. O personagem já teve seus altos e baixos tanto na vida quanto nas histórias, mas sempre teve cadeira cativa entre meus vingadores favoritos. Mas esse post não é para falar sobre a trajetória do personagem, mas sim sobre aonde el ...

Karnak Karnak

Karnak 

Desde que os Inumanos ganharam mais destaque na Marvel, muitas mudanças aconteceram e um personagem específico passou a ser muito mais interessante: Karnak. Desde sua criação pelas mãos de Stan Lee e Jack Kirby, Karnak era o inumano baixinho, cabeçudo, com roupa verde, bigodinho e a sensacional habilidade de encontrar as falhas e/ou pontos fra ...

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09
maio
2016

Quadrinhos para leigos – parte 3

1berto
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Sem Comentários

Marvel Comics, ou “A Casa da Ideias”, como foi apelidada, já teve muitos altos e baixos desde que foi fundada na década de 30. Em meio a todas as polêmicas que se envolveu ao longo dos anos, uma coisa é certa: ela criou um universo muito vasto e rico. E também frequentemente confuso. Eis aqui nossa lista para facilitar o entendimento do leitor que está começando a se aventurar por ele.

Os Supremos (Vingadores) (2002) | Mark Millar e Brian Hitch

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Os Supremos são a versão renovada e atualizada dos Vingadores, a maior equipe super heroica da Marvel. Pertencentes à linha Ultimate, cuja proposta era uma releitura dos personagens clássicos com versões mais em sintonia com o século XXI, eles fizeram tanto sucesso de público e crítica que as revistas da linha original e até o cinema passaram a se inspirar neles nos anos seguintes. A história mostra como Capitão América, Homem de Ferro, Thor e os outros heróis se uniram como uma equipe que luta para salvar o mundo.

Demolidor – O Homem sem Medo (1993) | Frank Miller e John Romita Jr.

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O herói urbano e cego da Marvel estava passando por maus bocados antes de Frank Miller assumir o personagem e transformá-lo em um sucesso. Em O Homem Sem Medo, Miller reformulou sua origem, dando ao personagem mais profundidade, mostrando os fatos que o levariam ser um vigilante no futuro e também o início de seu relacionamento com Elektra e o Rei do Crime. Leitura obrigatória para fãs do herói.

Homem Aranha – Caído entre os mortos (2007) | Mark Millar e Frank Cho

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Caído entre os Mortos tem uma trama muito simples: tia May sumiu e Peter Parker corre contra o tempo para salvá-la. Até aí nada demais. Mas por quê ler então? Porque Mark Millar sabe escrever um bom roteiro e nos traz uma história divertida e com as melhores características do Homem Aranha ao mesmo tempo em que evita vários clichês. Temos humor, ação e diversos vilões e personagens importantes na carreira do herói. Leitura fácil e de qualidade.

Quarteto Fantástico – Os Maiores Clássicos do Quarteto Fantástico Vol. 3 (1981) | John Byrne

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Durante a década de 80 John Byrne era o responsável absoluto pelo Quarteto Fantástico, e ele levou a família mais famosa dos quadrinhos em aventuras por todo o universo. Inimigos e aliados que continuariam a aparecer por vários anos marcam presença nessas histórias, bem como diversos lugares exóticos e regiões extraterrestres que se tornariam parte importante no universo cósmico da Marvel. A Panini lançou três volumes dessa fase, sendo o terceiro e último o melhor deles.

X-Men – Gênese Mutante (1991) | Jim Lee e Chris Claremont

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De todas as equipes de super heróis essa talvez seja a mais difícil de se familiarizar, tamanha a mudança pela qual passou ao longo dos anos. Portanto, é simplesmente impossível conhecer bem a equipe através de somente uma história. Mas Gênese Mutante seria um bom ponto de partida por 4 motivos:
1 – Em uma época em que a Marvel estava mal indo mal, a saga bateu recordes de vendas.
2 – Reúne vários personagens clássicos.
3 – A saga teve desdobramentos importantes nos anos que estariam por vir.
4 – Jim Lee e Chris Claremont foram dois dos mais importantes artistas a passarem pelo grupo de mutantes.

Aniquilação (2006) | Keith Giffen e vários outros artistas

aniquilacao

Aniquilação foi uma saga diferente da Marvel. Diferente porque reuniu vários personagens lado B em uma odisseia cósmica, e também por causa da maneira que foi publicada. A saga começou com um prelúdio e depois se dividiu entre 4 revistas que voltaram a se cruzar no final (nos EUA). No Brasil foram 7 edições, antecedidas pela revista Drax, o destruidor. Tudo pode ser um pouco confuso para o leitor inexperiente, mas a leitura vale a pena, pois é uma porta de entrada para se conhecer a histórias que acontecem fora da Terra no universo Marvel. Além de ser uma das minhas sagas favoritas da editora, ela reconfigurou e deu novo fôlego para as tramas espaciais, abrindo caminho para outras sagas do gênero que se seguiram. Em alguns momentos chega a ser mais ficção científica do que super herói, o que é sempre muito bem vindo quando ocorre na Casa das Ideias.

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